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Gestão da poda na doença do tronco da videira

As práticas de poda e a gestão dos resíduos são fundamentais para prevenir a infeção e a propagação da doença do tronco da videira

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Descrição detalhada

As práticas de poda são fundamentais para prevenir as doenças do tronco da videira (GTD), uma vez que as feridas servem como principais focos de infeção para fungos provenientes de detritos, videiras sintomáticas ou tecido necrótico. Os sistemas Guyot duplo apresentam taxas de infeção de 15 a 20%, enquanto os sistemas em taça, Robot e cordão têm uma incidência quase nula. Os ramos mais curtos e a poda em espora aumentam os riscos de morte regressiva por Esca e Eutypa. A poda durante o tempo seco e perto do rebentamento dos botões reduz a exposição aos esporos e melhora a cicatrização das feridas. A poda no início do outono diminui as taxas de infeção em comparação com o final do inverno. Os detritos permanecem infecciosos por até 42 meses e devem ser geridos através de trituração, queima ou compostagem. A proteção das feridas com mastique, fungicidas ou agentes biológicos como *Trichoderma* spp. ou quitosana pode durar até 8 meses. Técnicas como a Guyot-Poussard e a poda dupla reduzem a infeção, mas aumentam os custos. A poda mínima diminui a mão de obra e o risco de infeção, melhorando simultaneamente a qualidade das uvas. Estratégias integradas — calendarização, controlo de resíduos, tratamento de feridas e práticas culturais — são essenciais para a gestão sustentável da GTD.

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Informações detalhadas sobre a contribuição

Projeto

WINETWORK

Network for the exchange and transfer of innovative knowledge between European wine-growing regions to increase the productivity and sustainability of the sector

Localização
Europe
Autores
Fanny PREZMAN
Objetivo
Communication, Dissemination

Tipo de ficheiro
documento
Publicado em
10 de out. de 2017
Idioma original
English
Sítio Web oficial do projeto
WINETWORK
Licença
CC BY